Vagabundo
Perdido do caminho
ninguém te segura
caminhas sozinho
com a tua amargura
Mão estendida ao vento
para a gente do mundo
dignidade num tormento
de um pobre vagabundo
Madrugada fria, e impávida
soam as horas na escuridão
não há alma, não há dádiva
para um leito feito de solidão
Nas entranhas da cidade
as lembranças do passado
embriaguez sem vaidade
de uma vida sem cuidado
Autor: Anónimo
quarta-feira, 15 de março de 2006
quarta-feira, 8 de março de 2006
Palavra
Palavra
Palavra...é arma contundente,
resposta pronta da hora certa,
é flor que anima o descontente,
é chamativa e o desperta.
Palavra há, que move moinhos,
tritura o duro e maior grão...sensatez,
que abre caminhos,
num empedernido coração!
A palavra que fere, dói e mata
é voz dita, da ira d' alguém,
é profanação que arrebata...
E, eu achei no beiral da razão,
palavras caídas e já gastas,
deitei fora...joguei-as ao chão!
Autor: Anónimo
Palavra...é arma contundente,
resposta pronta da hora certa,
é flor que anima o descontente,
é chamativa e o desperta.
Palavra há, que move moinhos,
tritura o duro e maior grão...sensatez,
que abre caminhos,
num empedernido coração!
A palavra que fere, dói e mata
é voz dita, da ira d' alguém,
é profanação que arrebata...
E, eu achei no beiral da razão,
palavras caídas e já gastas,
deitei fora...joguei-as ao chão!
Autor: Anónimo
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